
Napoleão Bonaparte – O líder político e militar atuou durante os últimos anos da Revolução Francesa. Após tomar o poder com um golpe de Estado, foi nomeado Imperador da França pelo Senado. (Wikimedia/Wikimedia Commons)
Na prática, não há diferença alguma. Ambos são soberanos de países que têm regimes políticos monárquicos. No entanto, existem variações dessas denominações – associadas, na maior parte das vezes, à noção de superioridade que cada país ou governante atribui a si próprio.
Nesse sentido, um rei geralmente governa uma área pré-determinada. Já os impérios têm como característica o constante crescimento – na maioria das vezes, resultado de guerras e dominações. A França de Napoleão Bonaparte, no século 19, ou a Rússia do czar Nicolau II, no começo do século 20, são exemplos – “czar” significa “césar”, título dos antigos imperadores romanos. “No Brasil vigorou um império: Pedro I e II eram chamados de imperadores, já que governavam um país remanescente do Império ultramarino português”, diz Daniel Ferraz Chiozzini, historiador da Universidade Estadual de Campinas.
