Vacina BCG
A vacina BCG (Bacilo de Calmette-Guérin) é o principal imunizante contra as formas graves da tuberculose, como a meningite tuberculosa e a tuberculose miliar . No Brasil, ela é aplicada em dose única, preferencialmente ainda na maternidade . [1, 2, 3]
Como e quando é aplicada
- Indicação principal: Bebês recém-nascidos (0 meses a menores de 5 anos) . Crianças prematuras devem aguardar atingir o peso mínimo de 2 kg para tomar a vacina .
- Local: É aplicada por via intradérmica, no braço direito .
- Doses: Apenas uma dose é necessária ao longo de toda a vida . Não há necessidade de reforço . [1, 2, 3, 4, 5]
A marca da vacina
A vacina causa uma resposta natural do organismo que forma uma pequena lesão, evolui para uma crosta e deixa uma cicatriz característica no braço . [1]
- É normal se formar uma bolinha avermelhada que pode drenar um pouco de líquido (pus) .
- Atenção: Mantenha o local limpo apenas com água e sabão. Não passe pomadas, curativos fechados ou medicamentos .
- Sem cicatriz: Se a vacina não deixar a marca, não é preciso revacinar . A proteção é garantida mesmo sem a cicatriz . [1, 2, 3]
Outras indicações
- Pessoas de qualquer idade que convivem diretamente com pacientes diagnosticados com hanseníase .
- Estrangeiros não vacinados que estejam se mudando para o Brasil . [1]
Para mais informações sobre a aplicação, cuidados pós-vacinação e orientações clínicas, você pode consultar o portal oficial do Ministério da Saúde ou acessar as diretrizes detalhadas de aplicação da Fiocruz. [1, 2, 3]
O imunizante protege contra as formas graves da tuberculose e é disponibilizado gratuitamente pelo SUS. Você pode verificar os postos de saúde mais próximos para a aplicação utilizando o Localizador de Unidades Básicas de Saúde (UBS).
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O que acontece se o bebê não tomar a vacina BCG?
Se o bebê não tomar a vacina BCG, ele ficará desprotegido contra as formas graves da tuberculose, como a meningite tuberculosa e a tuberculose miliar. Embora a vacina não impeça a infecção nos pulmões, ela é fundamental para evitar que a doença evolua para complicações potencialmente fatais no cérebro e outros órgãos.
De acordo com o Ministério da Saúde, a imunização deve ser feita preferencialmente nas primeiras 12 horas de vida ou o mais cedo possível, sempre garantindo que o bebê tenha atingido o peso adequado
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